Ir ao Egito e nao ir ao Cairo é como ir a França e não ir a Paris. Cairo é o centro financeiro, cultural e também turístico deste país.
Smog e crescimento desordenado marcam a skyline do Cairo. 
 

 

 

Também conhecida como a “mãe do mundo”, um de quatro egípcios moram ali e a tendência é aumentar cada vez mais, pois é lá que se ganha melhor e se tem mais oportunidade de empregos.

Esta megalópole é a maior cidade africana e do mundo árabe. Ela tem o seu lado fascinante mas também o lado menos turístico com suas ruas sujas e fedidas. Mas seria muito injusto, julgar esta cidade pela limpeza, afinal é ali que estão as maiores testemunhas deste Império que reinou tantos séculos soberano enquanto na Europa, os homens ainda estavam na “idade da pedra”.

 Mercado no centro do Cairo

 

 
A cidade do Cairo cresceu e ainda cresce de maneira tão desordenada que todo espaço é ocupado, até os cemitérios. Trata-se da “Cidade dos Mortos”. Tudo funciona como uma grande “favela egípcia” , as pessoas constroem seus barracos entre túmulos e as crianças brincam entre as valas, é tudo muito macabro e o pior de tudo é que o cemitério ainda funciona. Os mausoléus são das famílias mais abastadas. A “Cidade dos Mortos” acaba despertando a curiosidade de vários turístas, para quem tem interesse em entrar na “cidade” deve ir com um guia, pois “forasteiros” são vistos com certa desconfiança pelos moradores.

 A “Cidade dos Mortos”, ao fundo uma das muitas mesquistas e seus minaretes que fazem parte da paisagem do Cairo.

Cairo é também conhecida como a ” cidade dos mil minaretes”. Em nenhuma outra cidade pode-se ver influências de tempos históricos tão diferentes, dos faraós, cristãos e muçulmanos num mesmo lugar.

 No próximo post vou contar um pouco das atrações desta cidade fascinante.