No nosso último dia do cruzeiro, visitamos o Templo de Karnak. Este templo é o maior complexo de todos os tempos da história egípcia. Ele foi o principal local de culto aos deuses de Tebas, entre os quais: Amon, Mut e Khonsu, atingiu o seu apogeu durante a XVIII dinastia, após a eleição de Tebas para capital do Egito.

Detalhe da alameda de esfinges em uma das entradas do templo de Karnak

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Durante a XIX dinastia trabalharam no templo cerca de 80 000 pessoas. Ao longo de 2000 anos cada faraó construiu algo a mais neste grande complexo que também servia de prefeitura. 

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 Destaque para a sala de colunas que simboliza uma plantação de papiros e também o obelisco da rainha Hatshepsut.

O santuário decorado por Alexandre, o Grande também é uma das atrações, além do Lago Sagrado cuja água era usada pelos sacerdotes do templo em um ritual de purificação. Em uma das margens, há um enorme escaravelho de granito, símbolo de Amon, o deus-sol, para seu renascimento a cada manhã após sua jornada por meio da noite.

A impressionante sala das colunas

p1020248O templo esteve submerso nas areias egípcias durante mais de 1 000 anos, antes dos trabalhos de escavação começarem em meados do século XVIII, a enorme tarefa de restauro e conservação continua até hoje.

Antes de visitar o Vale dos Reis, demos uma parada no Colosso de Memnon. Hoje em dia só restam as duas estátuas maciças que faziam parte da entrada do templo do faraó Amenhotep.

O que sobrou do Colosso de Memnon

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Trabalhos arqueológicos ainda tentam descobrir vestígios de um dos maiores templos do Egito Antigo.

O Colosso visto de cima

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A primeira parada no Nilo será a cidade de Edfu com seu templo do deus Hórus.