Pechinchar os preços faz parte da cultura local. Eu sempre oferecia metade do preço do que o vendedor estava pedindo. Outra dica é deixar a loja, normalmente o vendedor vai atrás e tenta vender de qualquer maneira. Pode ser bem cansativo  ficar barganhando o tempo inteiro.

 

A palavra shokran (obrigado) é a mais usada por qualquer turista e é sem dúvida uma das primeiras palavras que se aprende depois de bakschisch (gorjeta) claro.

 

Cuidado com “espertinhos” que querem trocar dinheiro. A desculpa é que eles recebem gorjetas dos turistas em moedas e não podem troca-las no banco ( eles dizem que o banco só aceita notas de dinheiro estrangeiras e nao moedas, o que pode ser verdadeiro ). Eles praticamente “colocam a mão” na carteira para escolher a respectiva nota equivalente ao montante de moedas que eles querem trocar com os turistas, mas na verdade eles acabam pegando lógicamente uma nota mais alta do que as moedas que o turista vai receber na troca, as notas de libras egípcias são muito parecidas principalmente as de 5 e 50.

Um mergulho na piscina do barco pode ser uma boa pedida para aliviar o calor de 40 graus…

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O dinheiro no Egito é muito sujo, tenha sempre algum lenço úmido para limpar as mãos.

 

Não deem esmolas para as crianças. Pode soar frio e calculista mas elas deveriam estar na escola e não pedindo nas ruas. Elas usam mímica para mostrar que estão com fome, o que é só para impressionar, no Egito as crianças não morrem de fome.

Hall de entrada do nosso navio, sem muito luxo mas limpo

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A temperatura mesmo no inverno é sufocante. É imprescindivel um boné ou chapéu de sol, protetor solar e sempre uma garrafa de água na bolsa e lógico sapatos bem confortáveis.

 

Atenção para as meninas que querem usar um shorts mais curto ou uma regata mais decotada, não é aconselhável andar pelas ruas de cidades maiores por exemplo usando tais trajes. Muito menos ao entrar em alguma mesquita. Portanto uma roupa mais discreta é muito bem vinda nestas ocasiões.

A criatividade não conhece fronteiras… tudo para um boa gorjeta no final da viagem…. Todo dia tinha uma “escultura” nova com toalhas no quarto.

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Os homens egípcios são bem atrevidos com mulheres desacompanhadas, portanto ter uma “aliança” para algum caso de emergência pode ser uma boa idéia. Evite também o contato visual direto, alguns homens veem isto como provocação.

 

Os egipícios adoram canetas… não me perguntem porque J  É uma boa idéia levar algumas canetas diferentes e alegrar alguma criança.

Felucas e barcos turísticos em harmonia no Nilo – tem espaço pra todos

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Não se assustem ao verem soldados com metralhadoras na entrada de alguns templos ( no de Hatschepsut, por exemplo ). Depois dos atentados terroristas contra turistas, o governo quer evitar de qualquer maneira que outro ataque ocorra, afinal uma das maiores divisas do país é o turismo. Inclusive os ônibus turísticos saem em comboio escoltados pela polícia pelas estradas.

Todos os dias as 5 da tarde era hora do tea-time no deck do navio

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Ir a um banheiro público pode se tornar numa “aventura” pois são quase todos sem vaso, só com o buraco no chao, é aconselhavel também ter um rolo de papel higiênico pois assim como os indianos, os egipcios não usam papel e sim uma “ducha” em cada banheiro.

 

Já ouvi  falar muito que não se deve nem escovar os dentes com água da torneira… bem nas duas vezes que estive lá não tive problema nenhum ao usar água da torneira para este fim. O que é essencial é tomar água de garrafa mineral lacrada. Os egípcios bebem água do Nilo, mas a nossa flora intestinal não esta preparada para tal.

 

Antes de mais nada o Egito é um país muçulmano com costumes totalmente diferentes dos nossos,  como por exemplo o ato de barganhar. Esteja preparado para ser abordado como uma presa no meio dos leões, um “shokran” firme e sem olhar para a cara do vendedor deve resolver a situação.

Vista do navio – uma pequena faixa de vegetação com o deserto ao fundo.

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A viagem de navio pelo Nilo é sem dúvida a melhor maneira de se explorar as principais atrações sem stress e com relativa segurança. Sem mencionar a paisagem ao longo do trajeto que na maioria das vezes é uma atração em si. Lógicamente para o viajante independente que quer ver como o povo egípcio vive, um cruzeiro pelo Nilo não é a melhor pedida, por se ficar “preso” de certa forma com o mesmo grupo de turistas. Mas mesmo assim na  minha humilde opinião é a melhor maneira disparado para se visitar os maiores templos do Egito quando não se fala uma palavra de árabe ou não se tem nínguem conhecido neste país.

Muitos navios se encontram no mesmo percurso ao longo do Nilo

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 O Egito se despediu com um pôr de sol deslumbrante no último dia da nossa viagem e é assim que eu também termino a série de posts do Egito.  Realmente demorou para sair, mas tudo tem o seu dia J Aguardem mais posts na sequência.

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