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Pompéia

A história de Pompéia sempre me fascinou e visitar este sítio arqueológico é um must para quem gosta de história.    

Vindo da região de Amalfi é super prático chegar até lá ( de carro ) sem precisar atravessar Nápoles. Na verdade as ruinas de Pompéia estão na cidade de Pompéia ( saida da estrada Napoles-Salerno ) antes de chegar a Napoles.   

As ruas de Pompéia

Sem dúvida  Pompéia  é um dos lugares mais visitados da Itália com 2 milhões de turistas por ano.     

 Muito do que sabemos hoje em dia sobre os romanos é graças a descoberta de Pompéia que foi enterrada por seis metros de cinzas do vulcão Vesúvio.      

Barzinho de Pompéia

 No ano de 79 depois de Cristo foi quando tudo aconteceu, muito da cidade ainda estava se recuperando do terremoto no ano de 62.    

      

Chegamos  relativamente cedo sem quase nenhum turista, o que aumentou mais a sensação de viajar no tempo. Ficamos quase 6 horas lá, mas acho que eu passaria tranquilamente um dia inteiro.    

Ruas desertas de Pompéia

Há as mansões imperdiveis como a Casa de Fauno com seus 3000 metros quadrados a maior de Pompéia cheia de mosaicos inclusive o famoso com Alexandre o Grande ( original está no Museu de Nápoles ); ou a Casa dei Vetti com seus afrescos.    

  11 euros é mais do que um preço justo para ter o privilégio de entrar num lugar onde há mais de 2000 anos nada foi mudado.    

Fórum – centro dos acontecimentos- só pedestres podiam circular pela praça    

 Muito do que foi descoberto está no Museu Arqueológico de Nápoles que serve como um complemento a visita a Pompéia.    

Paralepipedo de Pompéia

Pompéia tinha tudo que uma cidade próspera tinha que ter:  mansões de comerciantes abastados, muitas tavernas, bordéis com afrescos eróticos para inspirar mais os clientes, teatros, arena, templos de deuses como Iris ou Júpiter assim como termas e o fórum onde era o ponto central da cidade.    

Corpos encontrados no vinhedo de uma grande propriedade

O lado macabro de Pompéia

  Pompéia se encontra num ótimo estado de conservacao apesar da multidao que as ruinas recebem todos os dias.  

A "faixa de pedestre"

  O vulcao Vesuvio está a 25 km de Pompéia.  

Detalhe de um "jardim de inverno" de uma das mansoes de Pompéia

Acabou o sossego, turistas e mais turistas...

Jardim interno de uma mansao

Marcas de carrocas nas ruas de Pompéia

Vesúvio

Num post sobre Pompéia é impossível não falar do vulcão Vesuvio. A sua ultima erupção foi em 1940 e os cientistas esperam poder prever a sua próxima. Quando se aproxima de Napoles, é incrível ver bairros inteiros construídos bem alto, impossível dizer que tais moradores se salvariam caso houvesse uma erupção surpresa. O governo tentou proibir a construção nas areas de risco, até indenizou famílias mas de nada adiantou. Muitas pegaram o dinheiro e alugaram a propriedade para outros e depois de um tempo até voltaram a morar ali.  

Melhor vista de Nápoles : do alto e de longe

Costa Amalfitana

 

Amanhecer na Amalfitana

   

     Como todo final de ano eu tento fugir do frio alemão, desta vez seguimos em direção ao sul da Italia. Contrariando a maioria, fomos a Costa Amalfitana em pleno inverno.             

   A Costiera Amalfitana é  patrimonio histórico pela Unesco e é considerada uma das estradas mais bonitas da Europa. Seus 60 km vão de Punta Campanella até Salerno. A estrada é estreita e perigosa em vários trechos e é isto que a torna mais irresistivel.          

Em alguma parada ao longo da Costa, há visus como este     

 
Já escritores e artistas como Richard Wagner, Goethe entre outros já tinham descoberto a beleza indescritível deste lugar.

   

    Há várias vantagens em viajar nesta época do ano para esta região entre elas, é que as cidadezinhas da costa não estão entupidas de turistas como no verão. Na verdade agosto é o pior mês para se ir , pois são as férias escolares italianas. Não me arrependo de ter ido no inverno, mas da próxima vez iria em maio ou setembro. O inverno mediterraneo corresponde a temperaturas de 10 a 15 graus durante o dia, e o dia é relativamente curto, já as cinco da tarde já esta tudo escuro.                          

 É claro que muitos hotéis, lojas e restaurantes estão fechados, mas por outro lado como fomos entre o natal e ano novo muita coisa estava aberta.           

A pequena e charmosa piazza de Ravello        

  

   

Nossa base foi Ravello e ficamos quatro noites no B&B Giardino dei Limone que eu recomendo principalmente pela vista                              

Café da manha com esta vista nao tem preco

Com diarias a partir de 50 euros por casal, oferece um ótimo custo-benefício, pois tem a grande vantagem de ter uma pequena cozinha, o único problema foi enfrentar os mais de 150 degraus até o nosso quarto.                            

O nosso B&B é a primeira casa de baixo pra cima no meio da foto

Ravello é uma cidadezinha muito charmosa e com uma vista privilegiada pois se localiza a mais de 300 metros acima do nível do mar.                              

Amanhecer em Ravello da nossa sacada

A maior atração das cidadezinhas é andar pelas suas ruas estreitas, tomar um café na piazza e ver a vida passar.                     

       A caminho de Atrani, os limoeiros estão todos cobertos por causa do frio.                   

De Ravello é um pulinho até Atrani que é o menor munícipio italiano com um kilometro quadrado, aqui não tem tantos turistas, mas ela é tão fotogênica quanto as outras.                              

A primeira vista de Atrani impressiona

                  

A costa de Atrani

Ao lado de Atrani está a tão famosa Amalfi que tem o seu centrinho como o cartão mais famoso da cidade com o Duomo ao fundo.                              

Onde todos se encontram- Piazza Duomo em Amalfi

   Um passeio imperdível é dirigir por esta belíssima estrada parando nos vilarejos sem compromisso. Carro foi sem dúvida no nosso caso o melhor meio de transporte: nao tivemos problema para estacionar e o preco por hora também é mais barato no inverno. Já no verao há outros meios de transporte mais práticos como a  linha de onibus a unicocostiera ( tickets a venda em bares e tabaquarias ) ou os barcos que param em algumas cidades – Amalfi por exemplo.          

O centrinho de Amalfi

Sao 5 kilometros na horizontal ou 300 metros de escadas que separam Ravello e Amalfi, uma boa caminhada de 45 minutos para quem esta em forma :) .                              

Ao lado de Amalfi fica a charmosa Positano que é bem maior que Ravello e Amalfi.   Para Positano fomos de carro pois fica a uns 16 km de Ravello.                      

A badalada Positano

   

Os souviniers clássicos desta regiao sao as ceramicas e o licor de limone “Limoncello”. A famosa mozzarella de bufala vem também da regiao da Campania que é a provincia onde esta a Costa.
 

   

    

A cidadezinha de Maiori e Minori espremidas entre as montanhas   

Ravello

                     

                  

Königsee

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O Lago Königsee ( König = rei, See = lago ) é assim como o seu nome diz, um lago majestoso. Ele é o supra-sumo dos lagos alemães : a água mais limpida ( potável ), o cenário mais bucólico, as paisagens mais fotografadas,enfim ele é considerado por muitos o lago mais bonito da Alemanha.

Muitas das paisagens dali fazem parte de qualquer folhinha de calendário….

É uma atração imperdível para quem está perto de Salzburg por exemplo ( 25 km de distância ).

O Königsee está dentro do Parque Nacional dos Alpes Berchtesgaden cercado por várias montanhas inclusive o Watzmann ( segunda montanha mais alta da Alemanha ) com cerca de 2000 metros. Tem uma estória sobre o Watzmann e suas montanhas próximas. Segundo a lenda, havia um rei muito malvado que como castigo de Deus o transformou na montanha junto com a  sua esposa  e 7 filhos.

Os passeios de barco começam aqui

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O Königsee tem 8 km de comprimento e 1250 metros de largura com profundidade de 200 metros. Desde 1909 os barcos sao elétricos preservando desta forma a tranquilidade e limpeza do lago.

O passeio ida-volta (15 euros ) dá uma parada em São Bartolomeu e vai até Salet, onde há um lago menor. Há um guia que explica as peculiaridades do lago e dos seus arredores. Para quem não entende alemão, há guias perto do guichê ( tem também em português!).

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O ponto inicial do passeio de barco tem uma estrutura super turística. A avenida principal ao lado do estacionamento tem lojas de diversos souvenirs da região e também bugigangas “made in China”.

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O Watzmann com sua família

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O passeio é bem tranquilo e dura cerca de 20 minutos até a primeira parada, a Igreja de Bartolomeu, o padroeiro dos agricultores. O interior da igreja não tem nada demais, e não demos sorte pois justamente quando estávamos lá o telhado estava sendo substituído :( .

A foto da net sem os andaimes…. :(

Foto clássica do Bartolomeu

 

 O que vale a pena mesmo uma vez estando lá é o “Biergarten” ao lado da igreja. Os Biergarten fazem  parte da cultura alemã, são os restaurantes ao ar livre onde o que não se falta é cerveja, claro… Este é um dos Biergarten mais bonitos em que já estive, de um lado o Watzmann e do outro o Königsee….

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Saindo da Igreja Bartolomeu a próxima e última parada é em Salet onde está o Obersee, que é um lago bem menor. Atenção para os horários dos barcos, o último sai às  seis da tarde.

Para fazer tudo com calma, eu faria o passeio de barco até Bartolomeu e Salet num dia sem stress…. mas caso não tenha muito tempo, é melhor faze-lo na parte da manha.

No segundo dia fizemos a subida a montanha Jenner (1874 metros de altura )  Há duas maneiras de chegar lá: a pé ou de bondinho ( 19,50 euros ).

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A vista lá de cima é de tirar o fôlego. As fotos falam por si.

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Lá em cima têm também um restaurante. Pegamos o bondinho para descer até metade do percurso, pois decidimos fazer a segunda parte á pé.

O restaurante nos pés da montanha Jenner

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A partir de maio, várias tavernas na montanha abrem para os turistas, muitas delas são bem simples, mas não falta cerveja alemã e pratos típicos bávaros.

Outra dica para quem gosta de cenários bucólicos é o Wimbachklamm. Esta fenda rochosa apresenta várias quedas d´água. A entrada custa 1,50 €.

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Outro must para qualquer fotógrafo/turista é a igreja de Ramsauer. Com certeza todo mundo já teve uma folhinha de calendário com esta igrejinha. Abaixo a minha foto e a foto clássica de calendário.

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Tivemos muita sorte com a nossa pensão. Por apenas 15€ por pessoa, tivemos direito a um apartamento para 4 pessoas todo equipado e bem cuidado. Assim como no Reino Unido há os B&Bs,  na Alemanha, há as Ferienwohnungen ( casas de férias ), onde as famílias alugam pequenos apartamentos para famílias. Os preços são bem camaradas e se tem a liberdade de ter sua própria cozinha. Fomos no final de maio em que é ainda baixa temporada, mas os preços não sobem muito na alta também. Um site muito útil para achar estadia é o fewo.de, nós ficamos na casa da família Rasp .

 A varanda do nosso apartamento…

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….com a vista para o Jenner

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Outra atração famosa da região é a Kehlsteinhaus que foi um presente para Hitler no seu aniversário de 50 anos. Apesar do seu quartel general de Berchtesgaden ter sido destruído, a Kehlsteinhaus é hoje um restaurante. Acesso somente de ônibus e há também um elevador para chegar ao topo da montanha onde está a casa.

A cidade de Berchtesgaden não oferece muito em si, uma volta pelo centrinho já dá para se ter uma idéia de que a maior atração deste lugar é a natureza.

Hirchenhaus

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Uma das construções mais bonitas de Berchtesgaden é o Hirchenhaus que é de 1594 onde costumava ser uma pensão. Vários prédios do sul da Alemanha tem esta mesma pintura retratando santos ( os bávaros são muito católicos ), anjos, fatos históricos ou paisagens.

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Depois de Praga a região do Sul da Bohêmia é a mais popular da República Tcheca. E não é a toa. Ali encontram-se vales, rios, florestas e cidadezinhas pitorescas, além dos vários castelos espalhados pela região. O mais famoso e considerado o castelo “Cinderela” é o Hluboká nad Vlatvou ou no seu nome original alemão Frauenberg.

Este castelo sem dúvida está entre os top ten da Rep. Tcheca e de acordo com o meu guia é o segundo castelo mais visitado deste país, só perdendo para o castelo de Praga.P1020783

Tudo começou com um castelo gótico do século XIII, já no final do século XIV o castelo é transformado num estilo renascentista, em 1661 a família Schwarzenberg compra o monumento e mais uma vez muda o seu estilo para o barroco. Finalmente em 1838 depois de ter visitado o castelo de Windsor, o príncipe de Schwarzenberg decide reformá-lo seguindo o mesmo estilo, permanecendo até hoje.P1020785

Por ser um castelo relativamente “novo” ele está em perfeito estado. Trata-se de mais um castelo estilo “Disney”, assim como o Neuschwanstein na Alemanha, este castelo é belíssimo por dentro e por fora, mas falta a “atmosfera medieval”. P1020791

O seu interior tem mais de 140 cômodos, mas os turistas vêem só uma pequena parte disto. Destaque para o quarto da princesa e a biblioteca com mais de 12000 livros. P1020789

Como não poderia deixar de ser, a torre está disponível para quem quer tirar fotos mais panorâmicas e ver o rio Motlava que também não fica longe do castelo. P1020792

 Sua posição geográfica também o ajuda a se destacar, já na estrada pode-se vê-lo no alto da minúscula cidade de Hlboká nad Vltavou ( trata-se de uma avenida com vários hoteis e restaurantes ). Uma vez no castelo não deixe de dar uma volta no seu jardim que é pequeno mas charmoso e muito bem cuidado. 

 Vista do hotel no canto superior esquerdo

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Assim como o castelo de Cesky, este também só abre a partir de abril. P1020786

Uma vez na República Tcheca além do roteiro clássico de Praga vale muito a pena visitar esta belíssima região que tem muito o que oferecer.

Símbolo da família Schwarzenberg na porta principal P1020793

Cesky Krumlov

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Cesky Krumlov é uma cidadezinha charmosa a 170 km de Praga na bucólica região do sul da Boêmia. Esta região já foi ocupada pelos alemães e é do alemão que vem o seu nome original “Krumau” ( krum = torto + Au = vale ). Ao visualizar o mapa de Krumlov se entende o porquê. O Rio Moldavia ( o mesmo que corta Praga ) tem várias curvas, deixando o centrinho de Krumlov com o formato de uma pera.

Uma das fotos clássicas de Krumlov: vista do castelo 

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É impossível não se impressionar com a primeira vista da cidadezinha que tem tudo que precisa para ser fotogênica de qualquer ângulo: arquitetura renascentista, barroca e gótica, castelo encrustado no rochedo, rio sinuoso cortando a cidade tudo isso num belo vale.

Praça central de Krumlov

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E pensar que antes de 1992, ano em que a Unesco a colocou na lista dos patrimônios históricos da humanidade, tudo estava ainda esquecido e desconhecido….

Hoje a história é outra…. Turistas de todos os lados querem ter a oportunidade de ver o charme de Krumlov de perto, vários ônibus com japoneses, chineses, americanos e claro austríacos ( a cidade é muito perto da fronteira com a Áustria ) e por último muitos alemães povoam esta cidadezinha de 15000 habitantes a partir de abril. Muitos deles vêm de Praga para passer um dia e voltam a tarde.

Fachada imponente do castelo

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Na verdade um dia é suficiente para se ter uma idéia. A cidade é facilmente explorada a pé.

Ponte que liga as diferentes partes do castelo

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 A praça central é simpatica , mas de forma alguma o “coração” da cidade. Todo mundo quer estar a beira do Motlava e se possível com a vista deslumbrante do castelo como pano de fundo.

Os preços são ainda camaradas e várias opções que variam de cafés, bares a restaurants italianos, chineses, enfim, a cidadezinha se remodelou inteira para atender a demanda estrangeira.

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A cidade é considerada uma das mais ricas de todo o país graças ao turismo. Isso contribuiu para sua rápida recuperação depois das enchentes de 2002, em que o centro ficou a quase 2 metros debaixo d’água.

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 Um dos pátios do castelo

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Visita obrigatória é o castelo renascentista. Ele é enorme e dividido em vários pátios diferentes. Há também um jardim e se pode subir na torre para aquela foto que todo turista tem que tirar, ou seja: rio + centrinho + vale. Antes de entrar no castelo há um fosso com dois ursos, não me perguntem o porquê deles estarem ali….

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Marca registrada de Krumlov : a torre do castelo

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Para quem gosta de fazer algo diferente, é possível andar de caiaque no rio. Os passeios variam de 1,5km a 35km.

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Os cristais desta região são mundialmente famosos por sua qualidade e beleza. É um bonito souvinier deste lugar tão especial.

Independentemente de Cesky, a região da Bohêmia é muito bonita e resolvemos explorá-la um pouco mais, mas isso é assunto para outro post J

 Ursos se refrescando no fosso

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Pechinchar os preços faz parte da cultura local. Eu sempre oferecia metade do preço do que o vendedor estava pedindo. Outra dica é deixar a loja, normalmente o vendedor vai atrás e tenta vender de qualquer maneira. Pode ser bem cansativo  ficar barganhando o tempo inteiro.

 

A palavra shokran (obrigado) é a mais usada por qualquer turista e é sem dúvida uma das primeiras palavras que se aprende depois de bakschisch (gorjeta) claro.

 

Cuidado com “espertinhos” que querem trocar dinheiro. A desculpa é que eles recebem gorjetas dos turistas em moedas e não podem troca-las no banco ( eles dizem que o banco só aceita notas de dinheiro estrangeiras e nao moedas, o que pode ser verdadeiro ). Eles praticamente “colocam a mão” na carteira para escolher a respectiva nota equivalente ao montante de moedas que eles querem trocar com os turistas, mas na verdade eles acabam pegando lógicamente uma nota mais alta do que as moedas que o turista vai receber na troca, as notas de libras egípcias são muito parecidas principalmente as de 5 e 50.

Um mergulho na piscina do barco pode ser uma boa pedida para aliviar o calor de 40 graus…

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O dinheiro no Egito é muito sujo, tenha sempre algum lenço úmido para limpar as mãos.

 

Não deem esmolas para as crianças. Pode soar frio e calculista mas elas deveriam estar na escola e não pedindo nas ruas. Elas usam mímica para mostrar que estão com fome, o que é só para impressionar, no Egito as crianças não morrem de fome.

Hall de entrada do nosso navio, sem muito luxo mas limpo

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A temperatura mesmo no inverno é sufocante. É imprescindivel um boné ou chapéu de sol, protetor solar e sempre uma garrafa de água na bolsa e lógico sapatos bem confortáveis.

 

Atenção para as meninas que querem usar um shorts mais curto ou uma regata mais decotada, não é aconselhável andar pelas ruas de cidades maiores por exemplo usando tais trajes. Muito menos ao entrar em alguma mesquita. Portanto uma roupa mais discreta é muito bem vinda nestas ocasiões.

A criatividade não conhece fronteiras… tudo para um boa gorjeta no final da viagem…. Todo dia tinha uma “escultura” nova com toalhas no quarto.

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Os homens egípcios são bem atrevidos com mulheres desacompanhadas, portanto ter uma “aliança” para algum caso de emergência pode ser uma boa idéia. Evite também o contato visual direto, alguns homens veem isto como provocação.

 

Os egipícios adoram canetas… não me perguntem porque J  É uma boa idéia levar algumas canetas diferentes e alegrar alguma criança.

Felucas e barcos turísticos em harmonia no Nilo – tem espaço pra todos

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Não se assustem ao verem soldados com metralhadoras na entrada de alguns templos ( no de Hatschepsut, por exemplo ). Depois dos atentados terroristas contra turistas, o governo quer evitar de qualquer maneira que outro ataque ocorra, afinal uma das maiores divisas do país é o turismo. Inclusive os ônibus turísticos saem em comboio escoltados pela polícia pelas estradas.

Todos os dias as 5 da tarde era hora do tea-time no deck do navio

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Ir a um banheiro público pode se tornar numa “aventura” pois são quase todos sem vaso, só com o buraco no chao, é aconselhavel também ter um rolo de papel higiênico pois assim como os indianos, os egipcios não usam papel e sim uma “ducha” em cada banheiro.

 

Já ouvi  falar muito que não se deve nem escovar os dentes com água da torneira… bem nas duas vezes que estive lá não tive problema nenhum ao usar água da torneira para este fim. O que é essencial é tomar água de garrafa mineral lacrada. Os egípcios bebem água do Nilo, mas a nossa flora intestinal não esta preparada para tal.

 

Antes de mais nada o Egito é um país muçulmano com costumes totalmente diferentes dos nossos,  como por exemplo o ato de barganhar. Esteja preparado para ser abordado como uma presa no meio dos leões, um “shokran” firme e sem olhar para a cara do vendedor deve resolver a situação.

Vista do navio – uma pequena faixa de vegetação com o deserto ao fundo.

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A viagem de navio pelo Nilo é sem dúvida a melhor maneira de se explorar as principais atrações sem stress e com relativa segurança. Sem mencionar a paisagem ao longo do trajeto que na maioria das vezes é uma atração em si. Lógicamente para o viajante independente que quer ver como o povo egípcio vive, um cruzeiro pelo Nilo não é a melhor pedida, por se ficar “preso” de certa forma com o mesmo grupo de turistas. Mas mesmo assim na  minha humilde opinião é a melhor maneira disparado para se visitar os maiores templos do Egito quando não se fala uma palavra de árabe ou não se tem nínguem conhecido neste país.

Muitos navios se encontram no mesmo percurso ao longo do Nilo

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 O Egito se despediu com um pôr de sol deslumbrante no último dia da nossa viagem e é assim que eu também termino a série de posts do Egito.  Realmente demorou para sair, mas tudo tem o seu dia J Aguardem mais posts na sequência.

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Ilha de Philae

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É esta a vista de boas vindas ao chegarmos à Ilha de Philae.

O Templo de Ísis ( como é também conhecido ) não é tão antigo. Por cerca do séc. IV antes de Cristo, o faraó Nectanebo – da última dinastia antes da invasão grega – manda construir este templo em homenagem a Isis.

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Segundo a mitologia egípcia,  Seth assassinou seu irmão Osiris, retalhou seu corpo e lançou pedaços ao longo do Nilo. Isis, esposa de Osiris percorreu o Egito procurando as partes do corpo de seu amado para ressuscitá-lo, e haveria encontrado na distante ilha de Philae o seu coração.p1020168

O templo em si não é grande, a maior atração em si é a sua localização em meio a outras ilhas no meio da represa.

O templo de Philae pertence aos templos salvos da inundação pela construção da represa de Aswan. Tijolo por tijolo ela foi reconstruída na ilha de Agilkia, poucos kilometros do local original do templo que está  agora embaixo d´água.

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Outra tradição diz que em certa ocasião o deus Amon voltou sua ira contra os egípcios e ordenou a sua filha Hathor percorrer o país na forma de uma leoa destruindo tudo o que encontrasse. Após seguir sua ordem de destruição por algum tempo, Hathor haveria finalmente aplacado sua fúria e repousou em Philae.

Eis porque os templos da ilha, construídos na era Ptolomaica são especialmente dedicados a estas duas divindades.

Com o advento da conquista romana, os imperadores permitiram a continuidade da religião, e Trajano inclusive inaugurou um novo pavilhão no templo. Os humores, entretanto, mudaram com a chegada do cristianismo, mas mesmo quando todos os templos da antiga religião foram fechados, Philae permaneceu aberto: conta-se que os sacerdotes alegaram que Isis nada mais era do que uma das formas da Virgem Maria para manter o templo ativo.

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No século V, por fim, foi ordenado o encerramento do culto de Isis, e a ilha foi colonizada por um assentamento de cristãos, convertendo o antigo templo em igreja, e desfigurando boa parte das imagens de deuses e faraós da antiguidade.

Em um dos bem preservados relevos no interior do templo, há uma cena bastante intrigante, em que Isis amamenta seu filho Horus, sentado em seu colo, uma cena muito semelhante às pinturas da Virgem Maria alimentando o menino Jesus.

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Apesar de pequena há obviamente stands com souviniers e até uma lanchonete que esperam sempre ansiosos os vários barcos de turistas que chegam a  todo instante.

Assuan

Depois do caos de Luxor, Assuan é sempre uma surpresa agradável. Muito mais limpa e organizada do que Cairo ou Luxor, Assuan é normalmente a última parada dos navios ao longo do Nilo, pois depois de Assuan está a represa de Nasser que controla as cheias do rio ao longo do ano, impossibilitando a navegação neste trecho.

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É sempre bom mencionar que a construção desta represa consistiu em enterrar mais de 20 templos em baixo d’agua. Graças a ajuda financeira de outros países, 14 templos puderam ser salvos (Abu Simbel e Philae estão entre eles ) .

 

Como não poderia deixar de ser, Assuan também tem um souk. Não é a bagunça como no Cairo, tudo  é  asfaltado e limpo.

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O que seria uma visita a Assuan sem um passeio de feluca. Há passeios até a Ilha Elefantine ou a Ilha de Kitchener onde fica o Jardim Botânico.

 

Outra atração de Assuan ( que pode até ser dispensada ) é a pedreira onde os obeliscos eram esculpidos diretamente da rocha. Destaque para o obelisco que foi abandonado ainda na rocha por apresentar uma rachadura.

 

 

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 Parada obrigatória para fãs de Agatha Christie é o Hotel Old Cataract pois foi na terraça do mesmo que ela  escreveu o livro “Morte no Nilo”.

Á beira do rio Nilo se vê o Mausoléu de Aga Khan. O título de Aga Khan é o título hereditário dado ao imã maior dos Ismaelitas, uma das divisões da corrente xiita. Aga Khan III, foi o 48º a receber o título, em 1877, e foi um homem muito rico.

 Após sua morte, em 1957, sua viúva recebeu permissão e iniciou a construção deste mausoléu em sua homenagem, na colina acima de sua casa.

Mausoléu de Aga Khan ao fundo

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A Represa de Nasser

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Ainda em Assuan, outro passeio obrigatório é o templo de Isis na ilha de Philae ( Patrimônio da Humanidade pela UNESCO). É lá que será a próxima parada.

Carcassone

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Carcassone é uma cidade que saiu de um conto de fadas. Tudo o que se remete à Idade Média pode ser encontrado ali: castelo, torres, muros, ruelas estreitas, enfim, tudo está muito bem conservado e não é a toa que este lugar é considerado patrimônio histórico da Unesco desde 1997.

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Como estávamos a caminho da Espanha, eu não poderia deixar de fazer um pequeno desvio para visitar este lugar tão especial.

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Tudo começou no século V quando os visigodos constroem a cidade com função de fortaleza e logo depois ela é ocupada por arábes até voltar ao domínio de Carlos, o Grande. No século XI o rei Luis IX manda construir a segunda muralha em torno da cidade, é daí que Carcassone se divide em duas partes : a Cité e a Ville basse.

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Em 1659, a fronteira da Espanha muda mais para o sul, enfraquecendo assim o poder estratégico de Carcassone, caindo no esquecimento. Somente na metade do século XIX o inspetor geral de monumentos históricos  Prosper Merimée restaura a Cité, salvando-a da demolição.

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Carcassone é uma mina de ouro que no verão é lotada de turistas em busca de sua atmosfera medieval.

Estacionamos o carro perto das muralhas e fomos desbravar o centrinho á pé. Não há estrutura nem espaço para veículos no centro da fortaleza, ainda bem.

 

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A melhor atração é se perder por suas ruelas e um must é andar entre as duas muralhas ( até o começo do século passado havia casas entre elas ). Todo o percurso é de 3 kilometros.

O centro da Cité encontrarm-se o Chateau Comtal ( entrada 7 euros ) do século XII e a Cathédrale St-Nazaire, com elementos romanos e góticos. Destaque para as janelas de mosaico.

 

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Fora da fortaleza, Carcassone tem um centrinho charmoso, mas só para quem tem mais tempo, senão eu ficaria o tempo todo na Cité.

Provença

O sul da França é um dos destinos mais populares no verão, mas resolvemos fazer o contrário e conhecer esta linda região no final de dezembro. Na verdade nosso destino final seria a Espanha para visitar familiares e como a França “estava no meio do caminho”, decidimos passar alguns dias na Provença.

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 Tudo é muito pitoresco e rural, mas o charme francês  torna tudo très chic , imagino que no verão com os campos de lavanda a região triplica em cores, sensações e impressões. Não é a toa que os grandes mestres impressionistas retrataram o efeito da luz e das cores deste lugar.

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Enfim, desta vez foi sem lavanda, mas também sem a horda de turistas que lotam esta parte do país e inflacionam os preços. Tivemos muita sorte com o tempo: 15 graus com sol e tivemos alguns vilarejos só para nós, alguns pouquíssimos turistas aqui e ali, mas nada de zilhões de ônibus de turismo.

Nossa base foi em Coullion que é perto de todos os lugares interessantes. Ficamos no hotel Troppin 70 euros com garagem, mas sem café da manhã.

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A regiao de Luberon é imperdível, também retratada no livro de Peter Mayle. Repleta de campos de lavanda, árvores frutíferas, vinhedos e várias villages perchés: os vilarejos tão charmosos e acolhedores no topo das montanhas com suas vistas deslumbrantes.

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 Na verdade a região de Luberon é um parque natural regional que antes das tintas sintéticas vivia da estração de ocre. Na cidade de Roussilon se pode ver as rochas com tons avermelhados e alaranjados.

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Roussilon é um vilarejo charmoso e  todas suas casas vão do laranja ao vermelho carmim, estar em Roussilon ao pôr do sol sentado num café sem fazer absolutamente nada, são momentos como este que não tem preço numa viagem…

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Outra jóia que Luberon tem a oferecer é o vilarejo de Gorges com seu castelo do século XVI que hoje é um museu. Esta vila tem um panorama de perder de vista, andar por suas ruas é como voltar ao passado. As fotos falam por si mesmas.

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Típico da Provença : janelas azuis

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Outra cidadezinha que vale a pena uma visita é St.Remy de Provence principalmente para os fãs de Van Gogh. Algumas pinturas dele foram inspiradas neste lugar. O centro é cheio de galerias e todos tentam atrair os turistas interessados em pintura. Há também várias lojinhas que são uma perdição para qualquer dona de casa: artigos de decoração, cozinha ( cozinhar é algo muito importante para os franceses ), enfim, com um toque provençal, nada de plástico, bugigangas made in china. Além das várias lojas de vinho que oferecem os seus produtos regionais.

 

 Arles já uma cidade maior que apresenta várias atrações e tudo pode ser facilmente explorado a pé. Esta cidade possui ainda ruínas romanas além da Arènes Romaines do século I. Anteriormente construída para lutas de gladiadores, com capacidade para 25000 pessoas, hoje em dia ela é utilizada para touradas ou festas regionais da cidade.  

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Perto da arena estão os restos do teatro romano que servem de palco para o Festival de Arles no verão.

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Entretando Arles está intimamente relacionada com Van Gogh, foi ali que ele viveu durante 15 meses ( 1888/89 ) e se inspirou nos seus mais famosos quadros. A melhor atração de Arles é se perder pelas suas ruelas. 

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